terça-feira, 28 de julho de 2009

O que é GPL?

Se você já ouviu falar bem de Linux, com certeza já deve ter ouvido falar nesta sigla. GPL significa General Public License (ou traduzindo grosseiramente: Licença Pública Geral) e foi criada pela Free Software Foundation. A grande maioria dos programas que vêm nas distribuições Linux são de código-fonte aberto e usam esta licença. Uma licença serve para proteger o seu código quando ele for lançado para o público.

A licença GPL permite que o autor do código distribua livremente o seu código... Outras pessoas podem simplesmente pegar este código, modificar à suas próprias necessidades e usar à vontade. O único requerimento é que a pessoa que modificou deve lançar o código modificado em GPL e manter também o seu código aberto (e não apenas distribuir os binários). Isso tudo cria uma comunidade de desenvolvedores onde toda a ajuda é mútua e você pode pegar várias idéias de outros desenvolvedores simplesmente olhando o código deles. Além disso, você pode aproveitar e poder ajudar o desenvolvedor, criando correções e mandando-as para o autor.

É com essa licença que o kernel do Linux é liberado. É assim que o kernel tem seu desenvolvimento feito por várias e várias pessoas em todo o mundo. Estas pessoas pegam livremente o código-fonte do kernel, analizam-no e procuram por erros. Se encontrarem erros, escrevem correções e mandam para o Linus Torvalds. E não só correções, mas desenvolvedores também fazem novas implementações ao kernel e mandam para o Linus Torvalds organizar tudo. E é assim que temos hoje em dia este grande e bem feito e organizado kernel do Linux! É assim que a filosofia GPL funciona e funciona muito bem para criar uma comunidade de desenvolvedores justa! Eu pessoalmente apóio e muito a licença GPL, que para mim é simplesmente perfeita. Vivas à Free Software Foundation por criar esta licença! E vivas para os desenvolvedores que a utilizam para seus códigos! :)

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Asus terá placa-mãe com USB 3.0

de julho de 2009 - A Asus fará a primeira placa-mãe com USB 3.0, mais rápido do que o padrão mais usado atualmente, o USB 2.0. A placa-mãe P6X58 Premium usará o primeiro dispositivo certificado do padrão USB 3.0, desenvolvido pela empresa japonesa NEC.

A P6X58 Premium é uma placa de alto desempenho da Asus. Preparada para o processador Intel Core i7, tem ainda seis entradas para memórias DDR3, três entradas PCI Express 2.0, e quatro entradas USB, sendo duas 3.0 e duas 2.0.

A placa-mãe tem interface SATA 3.0, capaz de velocidades de comunicação em até 6 Gbps, mais rápido inclusive que a própria entrada USB 3.0, que chega a 4.8 Gbps. Ainda não há previsão de quando a placa estará disponível.

Fibra Óptica

Fibra óptica é um filamento de vidro ou de materiais poliméricos com capacidade de transmitir luz. Tal filamento pode apresentar diâmetros variáveis, dependendo da aplicação, indo desde diâmetros ínfimos, da ordem de micrômetros (mais finos que um fio de cabelo) até vários milímetros.

A fibra óptica foi inventada pelo físico indiano Narinder Singh Kapany. Há vários métodos de fabricação de fibra óptica, sendo os métodos MCVD, VAD e OVD os mais conhecidos.

Índice

[esconder]

[editar] Como Funciona

A transmissão da luz pela fibra segue um princípio único, independentemente do material usado ou da aplicação: é lançado um feixe de luz numa extremidade da fibra e, pelas características ópticas do meio (fibra), esse feixe percorre a fibra por meio de reflexões sucessivas.

A fibra possui no mínimo duas camadas: o núcleo e o revestimento. No núcleo, ocorre a transmissão da luz propriamente dita. A transmissão da luz dentro da fibra é possível graças a uma diferença de índice de refracção entre o revestimento e o núcleo, sendo que o núcleo possui sempre um índice de refração mais elevado, característica que aliada ao ângulo de incidência do feixe de luz, possibilita o fenômeno da reflexão total.

As fibras ópticas são utilizadas como meio de transmissão de ondas electromagnéticas (como a luz) uma vez que são transparentes e podem ser agrupadas em cabos. Estas fibras são feitas de plástico ou de vidro. O vidro é mais utilizado porque absorve menos as ondas electromagnéticas. As ondas electromagnéticas mais utilizadas são as correspondentes à gama da luz infravermelha.

O meio de transmissão por fibra óptica é chamado de "guiado", porque as ondas eletromagnéticas são "guiadas" na fibra, embora o meio transmita ondas omnidirecionais, contrariamente à transmissão "sem-fio", cujo meio é chamado de "não-guiado". Mesmo confinada a um meio físico, a luz transmitida pela fibra óptica proporciona o alcance de taxas de transmissão (velocidades) elevadíssimas, da ordem de dez elevado à nona potência a dez elevado à décima potência, de bits por segundo (cerca de 1Gbps), com baixa taxa de atenuação por quilômetro. Mas a velocidade de transmissão total possível ainda não foi alcançada pelas tecnologias existentes. Como a luz se propaga no interior de um meio físico, sofrendo ainda o fenômeno de reflexão, ela não consegue alcançar a velocidade de propagação no vácuo, que é de 300.000 km/segundo, sendo esta velocidade diminuída consideravelmente.

Cabos fibra óptica atravessam oceanos. Usar cabos para conectar dois continentes separados pelo oceano é um projecto monumental. É preciso instalar um cabo com milhares de quilómetros de extensão sob o mar, atravessando fossas e montanhas submarinas. Nos anos 80, tornou-se disponível, o primeiro cabo fibra óptica intercontinental desse tipo, instalado em 1988, e tinha capacidade para 40.000 conversas telefônicas simultâneas, usando tecnologia digital. Desde então, a capacidade dos cabos aumentou. Alguns cabos que atravessam o oceano Atlântico têm capacidade para 200 milhões de circuitos telefônicos.

Para transmitir dados pela fibra óptica, é necessário um equipamento especial chamado infoduto, que contém um componente fotoemissor, que pode ser um diodo emissor de luz (LED) ou um diodo laser. O fotoemissor converte sinais elétricos em pulsos de luz que representam os valores digitais binários (0 e 1).

[editar] Vantagens

Em Virtude das suas características, as fibras ópticas apresentam bastantes vantagens sobre os sistemas eléctricos:

- Dimensões Reduzidas

- Capacidade para transportar grandes quantidades de informação ( Dezenas de milhares de conversações num par de Fibra);

- Atenuação muito baixa, que permite grandes espaçamentos entre repetidores, com distância entre repetidores superiores a algumas centenas de quilómetros.

- Imunidade às interferências electromagnéticas;

- Matéria-prima muito abundante;

[editar] Desvantagens

- Custo ainda elevado de compra e manutenção;

[editar] Aplicações

Uma característica importante que torna a fibra óptica indispensável em muitas aplicações é o facto de não ser susceptível à interferência electromagnética, pela razão de que não transmite pulsos elétricos, como ocorre com outros meios de transmissão que empregam os fios metálicos, como o cobre. Podemos encontrar aplicações do uso de fibra óptica na medicina (endoscopias por exemplo) como também em telecomunicações em substituição aos fios de cobre.

[editar] Tipos de fibras

As fibras ópticas podem ser basicamente de dois modos:

  • Monomodo:
    • Permite o uso de apenas um sinal de luz pela fibra.
    • Dimensões menores que as fibras ID.
    • Maior banda passante por ter menor dispersão.
    • Geralmente é usado laser como fonte de geração de sinal.
  • Multimodo:
    • Permite o uso de fontes luminosas de baixa ocorrência tais como LEDs (mais baratas).
    • Diâmetros grandes facilitam o acoplamento de fontes luminosas e requerem pouca precisão nos conectores.
    • Muito usado para curtas distâncias pelo preço e facilidade de implementação.

o que é o orby?


a Telefônica já disponibiliza – a princípio somente em São Paulo - o Orby, aparelho de telefone residencial com tela sensível ao toque e conexão à internet por meio de banda larga. Ele permite o acesso, por meio de teclas, a serviços de notícias, guia de restaurantes, cinema, previsão do tempo etc, além de funcionar como telefone fixo. De acordo com a empresa, o Brasil é o primeiro país do mundo a contar com a novidade. Conteúdos de jornais, revistas, portais de notícias e sites como o Flickr e o YouTube, entre outros, estão disponíveis no Orby. O aparelho também pode ser usado para fazer chamadas VoIP e ouvir rádio, além de outras atividades. O preço é de R$ 1,6 mil,

sábado, 25 de julho de 2009

trend makers

http://olhardigital.uol.com.br/trend_makers/video_wide.php?id_conteudo=8765&/CONHECA+OS+BASTIDORES+DO+COMERCIO+ELETRONICO

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Como deixar minha internet mais rápida? OpenDNS é a luz no fim do túnel.

Quem nunca reclamou da velocidade de sua conexão com a internet é um afortunado. E pode parar de ler esse post neste ponto, já que a dica do dia é para os usuários que querem tentar uma forma de fazer com que o carregamento das páginas ocorra mais rapidamente.

Para isso, primeiro é preciso entender como o DNS (ou Domain Name Servers) funciona. Se você tem um site, certamente já teve que esperar o DNS propagar, mas para a maioria das pessoas esse elemento da internet fica completamente despercebido.

Basicamente, quando você acessa um site através do endereço dele (como http://tecnoblog.net) ou endereço de e-mail (como noreply@tecnoblog.net), na verdade esses nomes são apenas para facilitar a memorização. Ao pressionar o botão “Ir” do seu navegador, ele faz a requisição de acessar o site e começa a procurar o endereço real, que é um conjunto de números: o IP (o IP do servidor do Tecnoblog, no momento em que esse post foi escrito, era 70.32.75.243).

Como eu disse, isso é invisível para a maioria de nós. A grande possibilidade de acelerar a conexão a partir do uso de um provedor de DNS decente é que ele faz com mais facilidade o caminho entre o endereço do site, em palavras, e a localização do servidor do site, em números.

Sempre que o usuário faz sua conexão com a internet, utiliza como padrão o provedor de DNS do prestador de serviço de internet. Quem se conecta pela internet discada do Ig, por exemplo, acaba utilizando o provedor de DNS do próprio Ig; quem se conecta via Speedy, a banda larga da Telefônica, utiliza o provedor de DNS da própria Telefônica. O problema é que os serviços de DNS desses provedores geralmente são lentos e não se mantêm atualizados, de modo que demora demais para que o acesso a um site seja feito.

Pensando nisso, foi fundada em 2006 a OpenDNS. É uma empresa de internet que presta somente o serviço de resolução de DNS. Eles possuem um enorme banco de dados, que armazenam as requisições e as tornam muito mais rápidas. Sem falar que possuem seis servidores centrais nos Estados Unidos e no Reino Unido (quando os provedores de internet brasileiros costumam ter apenas um servidor desse tipo).

Entendendo toda essa parte sobre como DNS funciona e qual é o objetivo da OpenDNS, vamos à parte prática: trocar o provedor de serviço DNS padrão da sua conexão pelo oferecido pela OpenDNS é simplíssimo. Pode ser feito de duas maneiras: no firmware do modem, ou nas configurações do computador.

OpenDNS no modem/roteador

Para quem usa internet banda larga, a melhor opção é inserir as configurações da OpenDNS no próprio modem. Como os softwares que os modems rodam são bastante diferentes, fica complicado dizer como fazer a alteração em cada aparelho existente no mundo. O importante é procurar algo como “DNS Setup” ou “DNS Configuration”.

Configurando a OpenDNS no modem D-Link G624T

Configurando a OpenDNS no modem D-Link G624T

Em casa eu uso o modem/roteador D-Link G624T. A configuração nele fica como na imagem acima. Na primeira linha para inserir o servidor DNS, eu coloquei 208.67.222.222. Na segunda linha, insira 208.67.220.220. Após confirmar as informações e pressionar “Apply”, o modem já está usando a OpenDNS como serviço de DNS padrão – e para todos os computadores da rede.

A OpenDNS montou uma enorme lista com os principais modems e roteadores vendidos atualmente. Ainda que seja em inglês, dá para visualizar nessa página como configurar o seu aparelho.

OpenDNS no computador

Mais uma vez, cada sistema operacional tem sua própria forma de chegar às configurações de DNS. Na OpenDNS você encontra instruções, mas todas em inglês. Como o Windows XP ainda é o OS mais usado no mundo, vamos saber como mudar o serviço de DNS nele: vá em Iniciar > Painel de Controle > Conexões de Rede > clique com o botão direito do mouse na conexão que você utiliza e selecione Propriedades. Na guia Geral há uma listagem de itens que a conexão usa. Você precisa clicar no último deles, o Protocolo TCP/IP.

Marque a caixa que diz “Usar os seguintes endereços de servidor DNS”. Em seguida, insira os seguintes dados:

  • Servidor DNS preferencial: 208.67.222.222.
  • Servidor DNS alternativo: 208.67.220.220.

Clique nos botões “OK” duas vezes e pronto. Seu computador já está usando a OpenDNS como provedor de serviço DNS. Caso você esteja usando o Windows Vista, o procedimento é bastante semelhante. A única diferença é que, quando entrar no Painel de Controle, você deve selecionar na barra lateral para visualizar as opções em formato Clássico. Também é preciso prestar atenção para selecionar o Protocolo de Internet Versão 4 (ou TCP/IPv4). Deve ficar parecido com a imagem abaixo.

Configurando a OpenDNS em cada PC individualmente (Windows Vista)

Configurando a OpenDNS em cada PC individualmente (Windows Vista)

Ok, já instalei. E agora?

É provável que o seu computador ainda leve um tempo para utilizar completamente a resolução de servidores DNS da OpenDNS. Para agilizar esse processo, pressione e segure a Winkey (tecla com o símbolo do Windows, que fica ao lado do Ctrl esquerdo) seguida da letra R. Quando a caixa de diálogo Executar abrir, digite cmd e pressione Enter. Agora, digite ipconfig /flushdns e pressione Enter novamente. Muito provavelmente o computador limpou os resquícios de resoluções DNS que estavam salvos nele.

Para confirmar de vez que você já está usando o serviço provido pela OpenDNS, tanto através da mudança de configuração no computador quanto no modem, abra seu navegador e tente acessar o endereço http://www.opendns.com/welcome/. Se você der de cara cara com a imagem abaixo, é sinal de que deu tudo certo. A partir de agora sua navegação será mais rápida, porque você chegará ao site que deseja visitar com mais rapidez.

Mensagem de boas vindas da OpenDNS. Clique para ampliar.

Mensagem de boas vindas da OpenDNS. Clique para ampliar.

Claro que se você tem uma conexão discada, não adianta que não vai conseguir acessar uma página como se tivesse conexão de 100mbps japonesa. Mas a dica continua valendo, principalmente porque não corremos mais o risco de ficar sem acessar um site porque o IP dele mudou mas o servidor DNS mequetrefe que atende o provedor de internet não foi atualizado.

Num próximo artigo aqui no Tecnoblog, irei tratar de outras funcionalidades gratuitas que a OpenDNS oferece e que poderão facilitar sua navegação diária ou mesmo ajudá-lo a proteger seus filhos de conteúdo impróprio ou indesejável.

Use o OpenDNS e fuja das barrigadas da Telefônica

Nos últimos anos foram frequentes os problemas de acesso a internet dos clientes Speedy. O mais “impressionante” (ou “triste”) é que na maioria dos casos o que causou o erro de acesso não foi a rede em si, e sim os trágicos servidores DNS da Telefônica.

DNS? Que porra é essa?

DNS: Domain Name Server. Explicando rapidamente, são os servidores responsáveis em traduzir os domínios (como www.febox.com.br) em seu endereço real (IP). Praticamente tudo conectado na internet possui um endereço IP, e os domínios foram nomes amigáveis criados para facilitar a memorização dos sites e serviços.

Ou seja, nos últimos períodos de instabilidade que os clientes Telefônica enfretaram, se você digitasse em seu browser o endereço: http://208.69.32.230, você cairia no Google normalmente. Mas se digitasse: http://www.google.com.br, você não cairia em lugar nenhum, pois o problema era exatamente com o servidor DNS utilizado no Speedy. E todos acreditavam que era um problema de acesso, quando era um simples problema no terrível servidor DNS da operadora.

Mas isso faz tempo… porque esse post agora?

Bom, ontem chegou ao Twitter a informação que a Telefônica bloqueou uma lista de domínios em seus servidores DNS. Isso significa que os clientes Speedy não podem mais acessar tais sites, o que eles decidiram (utilizando critérios próprios) sem consultar seus clientes. Os sites bloqueados permanecem secretos, se você é cliente Telefônica e tentar acessar algum desses domínios, simplesmente receberá a informação que o site não existe.

Entre os domínios bloqueados, está o do migre.me (encurtador de URLs que contabiliza os clicks e re-tweets muito utilizado no Twitter) . Veja a resposta da Telefônica para Jonny Ken, o criador do migre.me:

jonnyken posta a resposta da ouvidoria da Telefônica

E eu sou cliente Speedy e não tive problema algum, continuo usando o migre.me (da mesma maneira que das últimas vezes que o serviço ficou “fora do ar” eu acessei a internet normalmente).

Como? Porque? Quando? Onde?

OpenDNS
É aí que entra o OpenDNS. O serviço é utilizado por milhões de usuários e empresas ao redor do mundo e com uma configuração extremamente fácil você também pode fugir dos problemas infantis que ocorrem frequentemente com o Speedy, seus bloqueios e navegar mais seguramente.

Eu utilizo o OpenDNS há anos, pois enfrentei enormes problemas no passado para acessar o serviço online do meu Xbox 360 – que foram resolvidos apenas trocando o DNS do Speedy. Desde então, só fico sabendo das barrigadas da Telefônica quando me contam.

- Se você conecta o modem do Speedy diretamente na máquina (ou se conecta via roteador mas deseja mudar o DNS apenas em 1 computador):

Entre em Conexões de Rede (ou Network Connections), clique com o botão direito na conexão do Speedy e em Propriedades (Properties).

Selecione a opção TCP/IPv4 e clique em Propriedades (Properties) novamente.

Propriedades da conexão de rede
Marque a opção Usar o seguinte endereço DNS (Use the following DNS server addresses) e na primeira caixa digite 208.67.222.22 e em DNS Alternativo 208.67.220.220 (conforme imagem abaixo).

Opções TCP/IPv4: Servidores DNS

E pronto. Reinicie a máquina (ou apenas a conexão) para ter certeza que está utilizando os novos servidores DNS.

- Se você conecta o Speedy em um roteador e desejar utilizar automaticamente o OpenDNS em todos os computadores que se conectarem por ele:

A grande maioria dos roteadores fornecem a opção de alterar o servidor DNS da conexão com a internet para todas as máquinas. Como não é possível abrangir nesse post todos os roteadores que existem, mostrarei como faço no meu pessoal (um D-Link DI-634M).

Primeiro, acesso o painel de administração via browser (geralmente: http://192.168.0.1). Acesso a aba “Home”, a opção lateral “WAN” (aonde é configurado os dados de conexão do Speedy, como usuário e senha, modo PPPoE, etc – procure essa opção em seu roteador).

Painel de administração do D-Link DI-634M

Logo abaixo existem 2 campos, DNS Primário e Secundário. Basta preenchê-los com os valores: 208.67.222.222 (primário) e 208.67.220.220 (secundário).

Servidores DNS utilizados em todas as conexões a internet pelo roteador.

Pronto. Todos os seus dispositivos agora utilizam os servidores OpenDNS e não caem nos bloqueios estúpidos da Telefônica, na instabilidade frequente, etc. No meu caso, apenas com essa configuração no servidor meus videogames, meu note, meu servidor, ficam todos imunes ao péssimo DNS e atitudes da Telefônica.

Para testar se sua conexão está imune ao bloqueio recente do migre.me, clique AQUI e veja meus últimos tweets utilizando esse ótimo serviço encurtador de URLs.

Observação: O OpenDNS também oferece serviços mais avançados e customizáveis para usuários avançados e/ou empresas. Cobri aqui apenas uma maneira pessoal de contornar um problema que não deveria existir com o serviço ADSL da Telefônica.